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16/02/2009 Agora São Paulo
Juca Guimarães, do Agora
Os segurados do INSS que estão planejando a aposentadoria já podem ir preparando os documentos para ter o benefício na hora. Isso porque quem tem tempo de serviço e de contribuição não registrado no CNIS, cadastro usado como prova para a aposentadoria em 30 minutos, já pode incluir essas informações no banco de dados. Essas informações são importantes até mesmo para garantir um benefício com valor maior.
O Agora traz todas as situações em que é possível pedir a inclusão de dados previdenciários para aumentar o tempo de contribuição.
Os segurados que trabalharam em dois regimes diferentes, por exemplo, têm que informar ao INSS o período de contribuição fora do RGPS (Regime Geral da Previdência Social). Isso acontece com quem trabalhou em algum órgão público ou fez serviço militar.
A comprovação é feita com o certificado de tempo de contribuição, emitido pelo órgão em que o segurado atuou.
Os segurados que trabalharam com carteira assinada antes dos 16 anos também podem incluir o período no cálculo da aposentadoria. O mesmo ocorre com o período de trabalho como aprendiz, entre os 14 e 24 anos, antes de dezembro de 1998 e para quem fez curso profissionalizante ou estudou em escola agrícola.
Em alguns casos, é possível aumentar o tempo de contribuição mesmo sem ter pago o INSS. Quando o segurado tem auxílio-doença ou aposentadoria por invalidez, o período é considerado como tempo de contribuição. Se o afastamento não aparece no CNIS, deve ser solicitada a atualização das informações.